Um hotel com vista para as pirâmides

Poderia começar falando do trânsito caótico do Cairo e que, por causa disso, o Steve quase surtou no caminho do aeroporto ao hotel.  Mas não. Vou falar do hotel com a vista com que todo mundo merece acordar pelo menos uma vez na vida. O hotel Mena House em Gizé.

Atualmente parte da cadeia indiana Oberoi, o hotel tem uma longa história, pois já em 1869 – ano em que foi inaugurado o canal de Suez – havia um alojamento para caçadores no local onde o hotel hoje se encontra. O Mena House foi inaugurado em 1886, e apesar de ter sofrido várias reformas, renovações e ampliações, data desta época o prédio que hoje abriga a recepção e os restaurantes.

O hotel visto a partir da Grande Pirâmide

Os quartos com vista para as pirâmide estão localizados neste prédio – chamado Palace – mas há outros blocos construídos ao redor dos jardins e piscinas do hotel. Nestes, me parece que não há quartos com vista privilegiada. O hotel tem vários restaurantes, um deles – The Moghul Room – considerado o melhor restaurante de comida indiana do Cairo. Como o Steve adora comida indiana, fomos experimentar e o restaurante não decepcionou. Estava tudo delicioso.
Para visitar as pirâmides, basta sair do hotel e subir uma ladeirinha. Pronto, você já está nos guichês de entrada, e logo depois na área dos monumentos. Depois de ter dormido e acordado à sombra das pirâmides, você já estará íntimo delas, quando for visitá-las.

Não foi fácil conseguir reservar o quarto com vista para as pirâmides. Tentamos reservar através do website, mas informavam que o hotel não estava disponível para o período. Comecei então a enviar emails para a central de reservas do grupo Oberoi e para o gerente do Mena House, e só depois de trocar 17 emails (é, eu contei!) é que consegui finalmente nossa reserva. Mas acho que valeu a pena!

De Assuã a Abu Simbel no comboio

O destino final de nosso cruzeiro pelo Nilo foi  Assuã. De lá, eu queria ir a Abu Simbel, a cidade que fica quase na fronteira do Sudão e onde estão localizados os templos de Ramsés II e de Harthor e Nefertari. Esses templos, além de serem por si espetaculares, foram transferidos de lugar, em um esforço mundial coordenado pela UNESCO, para que não fossem submergidos pelas águas do Nilo represadas pela barragem de Assuã. Não queria deixar de ver essas construções do século XIII a.C., que foram cravadas na montanha e planejadas por Ramsés II para intimidar os vizinhos núbios.

Do outro lado da montanha…

Abu Simbel fica a 280 km de Assuã, e a Egyptair tem voos frequentes entre as duas cidades. Tentei comprar as passagens pelo website da empresa, mas apesar de ter obtido sucesso para os outros percursos (Cairo a Hurghada, Assuã a Cairo), não consegui lugar disponível na data em que poderíamos ir a Abu Simbel.
Pelas minhas pesquisas, sabia que havia a possibilidade de ir em um comboio de ônibus e carros que sai de Assuã às 4:00 da manhã, mas não tinha certeza se estaríamos ainda a bordo neste horário. Sabia também que para nos juntar ao outro comboio, às 11:00 da manhã, teríamos de ir de carro. Como arrumar um carro particular em Assuã, já que não se pode alugar?
Nossos problemas foram resolvidos quando contatei a Asswan Individual, uma associação de indivíduos que prestam serviços ao turista na cidade. O contato é uma alemã, Petra, que reside em Assuã e que, muito prontamente, responde aos emails em inglês. Através dela, reservamos um carro com motorista para nos levar no comboio.

Lago Nasser

De Luxor, entramos em contato com o Ahmed, que iria nos buscar no nosso desembarque 4 dias depois. Ele foi muito delicado, e nos entregou ao motorista, que não falava inglês, mas que cumpriu sua função muito bem. Pagamos pelo serviço 700 libras egípcias (US$130,00), e posso dizer que valeu a pena cada centavo.
Os veículos se reúnem em um estacionamento e são escoltados por policiais altamente armados. No nosso carro, fomos acompanhados de um policial com uma metralhadora de dar medo! A viagem é feita em cerca 3 horas em uma estrada reta, monótona, com poucos atrativos além da areia.
Chegamos ao local dos templos em Abu Simbel às 14h e fomos direcionados  para a compra dos ingressos. Como era janeiro, não estava muito quente, mas eu imagino que a razão pela qual o outro comboio saia de madrugada é justamente para evitar o sol escaldante e o calor infernal. Teríamos duas horas  para explorar o local, o que é suficiente.
É preciso caminhar ao redor de uma montanha (construída artificialmente), apreciando o lago Nasser, até que você é surpreendido pelas quatro estátuas de Ramsés II de quase 20 metros que guardam o templo. Uma das estátuas foi atingida por um terremoto, e sua parte superior se encontra no chão.

Templo de Ramsés II

Tudo a respeito da história deste templo me impressionou. Em primeiro lugar, o fato de ele ter ficado soterrado até o século XIX, quando foi descoberto por exploradores europeus: um suíço que viu a frisa do templo e um italiano que em 1817 conseguiu desenterrar o templo e (dizem as más línguas) levar consigo tudo que foi possível carregar.

Outro aspecto impressionante foi o deslocamento do templo nos anos 1960, antes do término da construção da barragem de Assuã. Cada pedra do monumento teve de ser transferida para este novo local e a história e imagens do trabalho hercúleo da transferência podem ser vistas no centro de informação à entrada do local dos Templos.

Olha o Steve lá!

A menos de 200 metros do Grande Templo de Ramsés, está o templo construído para sua esposa preferida, Nefertari, dedicado a Hathor, deusa da beleza e do amor. Na entrada, seis estátuas, sendo duas da rainha, localizadas a cada lado do acesso ao interior do templo, e as outras do próprio Ramsés II. Entre as pernas dos reis, aparecem pequenas estátuas de crianças, príncipes e princesas.

Ainda tivemos tempo para fazer um lanche antes de sair de Abu Simbel. A viagem de volta foi mais rápida que a de ida, e logo após as 18:00 estávamos de volta a Assuã, onde passaríamos a noite e na manhã seguinte pegaríamos o voo para o Cairo, último destino da nossa viagem ao Egito.

Must see places in Brazil

So you see Brazil isn’t just Rio, beautiful people and crime. It has far more to offer.

I’m often asked by friends and students “What do British people think of when they think of Brazil?”.  I have to say beautiful beaches and women, carnival, the amazon rain-forest and crime.
Dealing with the last first, there is undoubtedly serious crime in Brazil, particularly in the big cities.  However, and I hope it stays this way, I haven’t personally had experienced this.  In fact, I’ve been told several stories about people going to the UK and having things stolen that weren’t stolen in Brazil.  I think with some common sense and staying away from certain neighbourhoods, then there isn’t a huge amount to worry about.

Devil’s Throat, Foz de Iguaçu

With regards my other answers, they are true, but there is so much more that Brazil has to offer.  For example, the beaches aren’t just Copacabana, Ipanema and Leblon in Rio de Janeiro.  Brazil has about 2800km of beaches and, in my experience, most of them are spectacular and many exceed the beaches I’ve seen in other parts of the world.
So, apart from the beaches, where would I suggest visiting.
Foz de Iguaçu/Itaipu

Itaipu Dam with spillway open

Foz de Iguaçu (or Iguazu in Argentina) should, in my opinion, be considered as one of the natural 7 wonders of the world, however, Itaipu Dam is considered by American Engineers to be one of the engineering world.  Where else, within a few kilometres travel, can you see TWO such sites.
Foz de Iguaçu is a huge waterfall which is over 270m long, consists of upto 275 individual falls with a drop of approximately 82m.  It is on the Iguaçu river which delimits the border between Brazil and Argentina.  The Devils throat is quite spectacular.  On the Argentinian side you can get almost to the very top of the falls, whilst from the Brazilian side you can take a boat and travel to the base of the falls.
The Itaipu Dam was ‘jointly’ built by the Paraguayan and Brazilian governments but was mostly funded and constructed by Brazil.  It dams the Paraná River just above where it meets the Iguaçu River.  The convolution of the 2 rivers marks the border between Argentina, Paraguay and Brazil, which is unique in the world as well!
The dam generates 20% of Brazil’s total electrical needs and all of Paraguay’s.  It is possible to take a tour of the dam which includes the control centre, a drive over the top and base of the dam.  If you are lucky, like we were. you can see excess water being released down the spillway, but this is only about 10% of the days.
For more pictures of both these sites, please see our photos.

Ouro Preto central square

Colonial towns such as Ouro Preto and Tiradentes
These are historic cities founded by the Portuguese colonizers which are in the state of Minas Gerais (where we live). They give a glimpse into early life of Brazil.  In my opinion, many of these towns and cities are quite similar but a visit to one or more is a must.
Ouro Preto (black gold) is today on Unesco’s list of world heritage sites.  It was the focal point of Brazil’s 18th century gold rush and gold can still be seen today decorating many of the numerous historic catholic  churches.  It is set in a valley and was once the state’s capital until Belo Horizonte was built.
Rio de Janeiro
Most people know of Rio so this is very brief.  It is really beautiful city and has many attractions such as the harbour, the lagoon, Sugar Loaf, beaches such as Copacabana and Ipanema and of course Corcovada (where the famous Christ the Redeemer is to be found).  There are many many other attractions, great restaurants.  I currently rate Rio as my second favourite city in the world.
The above are all places we have visited.  The ones below come highly recommended and are on our list of places to visit.
Fernando do Noronha
Fernando do Noronha is an island archipeligo about 350km off the northeastern coast of Brazil.  In many ways it is the Atlantic’s Galapagos with the upwelling of water drawing much marine life.  However, it doesn’t have as large a diversity of terrestrial animals as does the Galapagos Islands.  It is regarded as the best diving in Brazil, a fact I have yet to test.
Bonito

Bonito is famous for its crystal clear rivers that are a result of a natural filtration.  It is being preserved to keep its pristine natural beauty.  Activities include walking/treking and swimming/snorkeling/diving in the rivers and caves to be found in the area.
Amazonia
The amazon is a river basin surrounded by rainforest and is located in the countries of Brazil, Peru, Colombia, Venezuela, Ecuador, Bolivia, Guyana, Surinam and French Guiana.  The region and diversity is so varied that I’ll mention only a few things that I’d like to see and do.  In no particular order, see the confluence of the Rio Negro and Amazon river, swim with the river dolphins and experience the rainforest and jungle.
The Pantanal
The Pantanal is the world’s largest wetland covering an area of around 140,000 sq km.   It is renowned for its bio-diversity.  It is also easier to spot the wildlife in the Pantanal than in the Amazon as there are less hiding places.  As Bonito, it is predominantly located in the Brazilian state of Mato Grosso do Sul.  There are thousands of different vertebrate species to be found there.

Lençoís Maranhenses

Lençoís Maranhenses
This is a region covering 1000 sq km of in the northeastern Brazilian state of Maranhão.  Despite heavy rainfall, it is a region largely devoid of vegetation with many discreet sand dunes and lakes.
As and when we visit these places, we’ll write more.
So you see Brazil isn’t just Rio, beautiful people and crime.  It has far more to offer.