Our house in Tangará – second week

Saturday we went to our building site and we were a bit disappointed because nothing much had happened. The house was still there:

The workers had just started to remove the roof, especially of the two porches, but the rest was pretty much there. The septic tank (the concrete rings on the right side of the picture) was also where it was last time we’d been there.
But then, today everything was different. I was a bit shocked when I saw it:

The house was completely gone, and we were left we just a pile of rubble.

The first stage of the septic tank is installed (there are three stages), and now they are clearing the area where the new house is going to be.
And there is surely a lot to clear!
Next week we will have some of the pine trees closer to the house cut, in order to avoid future problems and also to have more sunlight getting to the area.
This is how the house is going to look like (hopefully!):

Tangará – our country house (under construction)

Some pics of the land we bought in December 2010 with an old house. These pictures were taken in July 2010, on one of the first time we went there.
View of the house when you come from the road

Other side of the house and porch

What used to be a home

The shed we are planning to keep

February 13th  2011 – we started to make some progress:

The newly cleaned road

Entrance to the house – where’s all that grass gone?

View from the other side

Steve after connecting the water pipes.

Um hotel com vista para as pirâmides

Poderia começar falando do trânsito caótico do Cairo e que, por causa disso, o Steve quase surtou no caminho do aeroporto ao hotel.  Mas não. Vou falar do hotel com a vista com que todo mundo merece acordar pelo menos uma vez na vida. O hotel Mena House em Gizé.

Atualmente parte da cadeia indiana Oberoi, o hotel tem uma longa história, pois já em 1869 – ano em que foi inaugurado o canal de Suez – havia um alojamento para caçadores no local onde o hotel hoje se encontra. O Mena House foi inaugurado em 1886, e apesar de ter sofrido várias reformas, renovações e ampliações, data desta época o prédio que hoje abriga a recepção e os restaurantes.

O hotel visto a partir da Grande Pirâmide

Os quartos com vista para as pirâmide estão localizados neste prédio – chamado Palace – mas há outros blocos construídos ao redor dos jardins e piscinas do hotel. Nestes, me parece que não há quartos com vista privilegiada. O hotel tem vários restaurantes, um deles – The Moghul Room – considerado o melhor restaurante de comida indiana do Cairo. Como o Steve adora comida indiana, fomos experimentar e o restaurante não decepcionou. Estava tudo delicioso.
Para visitar as pirâmides, basta sair do hotel e subir uma ladeirinha. Pronto, você já está nos guichês de entrada, e logo depois na área dos monumentos. Depois de ter dormido e acordado à sombra das pirâmides, você já estará íntimo delas, quando for visitá-las.

Não foi fácil conseguir reservar o quarto com vista para as pirâmides. Tentamos reservar através do website, mas informavam que o hotel não estava disponível para o período. Comecei então a enviar emails para a central de reservas do grupo Oberoi e para o gerente do Mena House, e só depois de trocar 17 emails (é, eu contei!) é que consegui finalmente nossa reserva. Mas acho que valeu a pena!

De Assuã a Abu Simbel no comboio

O destino final de nosso cruzeiro pelo Nilo foi  Assuã. De lá, eu queria ir a Abu Simbel, a cidade que fica quase na fronteira do Sudão e onde estão localizados os templos de Ramsés II e de Harthor e Nefertari. Esses templos, além de serem por si espetaculares, foram transferidos de lugar, em um esforço mundial coordenado pela UNESCO, para que não fossem submergidos pelas águas do Nilo represadas pela barragem de Assuã. Não queria deixar de ver essas construções do século XIII a.C., que foram cravadas na montanha e planejadas por Ramsés II para intimidar os vizinhos núbios.

Do outro lado da montanha…

Abu Simbel fica a 280 km de Assuã, e a Egyptair tem voos frequentes entre as duas cidades. Tentei comprar as passagens pelo website da empresa, mas apesar de ter obtido sucesso para os outros percursos (Cairo a Hurghada, Assuã a Cairo), não consegui lugar disponível na data em que poderíamos ir a Abu Simbel.
Pelas minhas pesquisas, sabia que havia a possibilidade de ir em um comboio de ônibus e carros que sai de Assuã às 4:00 da manhã, mas não tinha certeza se estaríamos ainda a bordo neste horário. Sabia também que para nos juntar ao outro comboio, às 11:00 da manhã, teríamos de ir de carro. Como arrumar um carro particular em Assuã, já que não se pode alugar?
Nossos problemas foram resolvidos quando contatei a Asswan Individual, uma associação de indivíduos que prestam serviços ao turista na cidade. O contato é uma alemã, Petra, que reside em Assuã e que, muito prontamente, responde aos emails em inglês. Através dela, reservamos um carro com motorista para nos levar no comboio.

Lago Nasser

De Luxor, entramos em contato com o Ahmed, que iria nos buscar no nosso desembarque 4 dias depois. Ele foi muito delicado, e nos entregou ao motorista, que não falava inglês, mas que cumpriu sua função muito bem. Pagamos pelo serviço 700 libras egípcias (US$130,00), e posso dizer que valeu a pena cada centavo.
Os veículos se reúnem em um estacionamento e são escoltados por policiais altamente armados. No nosso carro, fomos acompanhados de um policial com uma metralhadora de dar medo! A viagem é feita em cerca 3 horas em uma estrada reta, monótona, com poucos atrativos além da areia.
Chegamos ao local dos templos em Abu Simbel às 14h e fomos direcionados  para a compra dos ingressos. Como era janeiro, não estava muito quente, mas eu imagino que a razão pela qual o outro comboio saia de madrugada é justamente para evitar o sol escaldante e o calor infernal. Teríamos duas horas  para explorar o local, o que é suficiente.
É preciso caminhar ao redor de uma montanha (construída artificialmente), apreciando o lago Nasser, até que você é surpreendido pelas quatro estátuas de Ramsés II de quase 20 metros que guardam o templo. Uma das estátuas foi atingida por um terremoto, e sua parte superior se encontra no chão.

Templo de Ramsés II

Tudo a respeito da história deste templo me impressionou. Em primeiro lugar, o fato de ele ter ficado soterrado até o século XIX, quando foi descoberto por exploradores europeus: um suíço que viu a frisa do templo e um italiano que em 1817 conseguiu desenterrar o templo e (dizem as más línguas) levar consigo tudo que foi possível carregar.

Outro aspecto impressionante foi o deslocamento do templo nos anos 1960, antes do término da construção da barragem de Assuã. Cada pedra do monumento teve de ser transferida para este novo local e a história e imagens do trabalho hercúleo da transferência podem ser vistas no centro de informação à entrada do local dos Templos.

Olha o Steve lá!

A menos de 200 metros do Grande Templo de Ramsés, está o templo construído para sua esposa preferida, Nefertari, dedicado a Hathor, deusa da beleza e do amor. Na entrada, seis estátuas, sendo duas da rainha, localizadas a cada lado do acesso ao interior do templo, e as outras do próprio Ramsés II. Entre as pernas dos reis, aparecem pequenas estátuas de crianças, príncipes e princesas.

Ainda tivemos tempo para fazer um lanche antes de sair de Abu Simbel. A viagem de volta foi mais rápida que a de ida, e logo após as 18:00 estávamos de volta a Assuã, onde passaríamos a noite e na manhã seguinte pegaríamos o voo para o Cairo, último destino da nossa viagem ao Egito.

Viagem ao Egito – Introdução

Este é um relato da nossa viagem ao Egito, que foi feita no período de 29 de dezembro de 2008 a 10 de janeiro de 2009.
O Steve já tinha estado algumas vezes naquela região especialmente para mergulhar, já que o Mar Vermelho é considerado um dos melhores lugares do mundo para mergulho. Como eu também queria ter esse mergulho no meu (brevíssimo) currículo de mergulhadora, resolvemos que nosso roteiro começaria com uma estada no Mar Vermelho, mais especificamente em Hurghada.
O restante do roteiro foi determinado em razão da conveniência de transporte a partir de Hurghada. Dessa forma, resolvemos começar o cruzeiro pelo Nilo em Luxor, por estar mais próximo. Fizemos o percurso Hurghada – Luxor de carro, em uma viagem de cerca de 3 horas numa estrada cercada de deserto por todos os lados.
O nosso passeio pelo Nilo começou em Luxor e terminou em Aswan. Outro lugar que eu sabia que tinha de ir (e fui e recomendo) é Abu Simbel, a cidade mais ao sul do Egito, já perto do Sudão, onde se encontra o  maravilhoso Templo de Ramsés II. Fizemos um “bate-volta” a Abu Simbel a partir de Aswan. De lá, voamos para o Cairo, onde passamos os dois últimos dias da viagem.
Em grupo ou independente?

Templo de Hatshepsut – Luxor

Em princípio, sempre optamos por formas mais independentes e menos empacotadas de fazer turismo, mas no Egito achamos melhor revermos este conceito. Não que seja impossível conhecer as atrações todas sem fazer parte de um grupo, mas pelo que tinha lido, isso requer um certo desprendimento e capacidade de abstração que eu e o Steve não temos. Ou então muito planejamento. Achei interessante este depoimento do Ricardo Freire (guru para assuntos de viagem):
“Como ninguém precisa ver as pirâmides ou entrar na tumba de Tutancâmon mais do que uma vez em cada encarnação, o turista vira um cachorrinho num campo minado de pulgas. E o pior é que, além de coçarem, as pulgas querem pagamento — baksheesh — por toda sorte de desserviços prestados, tipo por exemplo te chamar num cantinho da tumba de um Ramsés qualquer e informar: Sarcofagus! Very old!” (Postais por escrito, 1998)
Parece exagero, mas não é. O assédio ao turista é tamanho e tão frequente que é duro de aguentar. Então, para evitar as pulgas, resolvemos optar por um dos cruzeiros no Nilo e visitar os principais pontos turísticos da região acompanhados de um guia. Para nós, achamos que foi uma boa escolha e mesmo quase um ano depois acho que não faria diferente.
Cruzeiro no Nilo?

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Nosso barco: Moon Goddess

Existem opções para todos os bolsos e gostos, mas o percurso é o mesmo. Ou você vai de Luxor à Aswan ou ao contrário, em cruzeiros de 3, 4 ou 7 noites. O navio será seu hotel, e também onde são feitas todas as refeições. Para cada grupo de 10-15 pessoas há um guia – seu próprio “egiptólogo” – que acompanha o grupo a todas as atrações. Não há muita variação em termos de lugares visitados, todos seguem o mesmo roteiro e visitam as atrações mais óbvias: saindo de Luxor, parada em Edfu, Kom Ombo e final em Aswan. Todos os cruzeiros oferecem também “programação” noturna que inclui jantar com o comandante, festa à fantasia (mas não é obrigatório comparecer!) e shows de dança do ventre e folclore núbio.
Escolhemos este navio, o Sonesta Moon Goddess, que nos pareceu confortável, com alimentação de qualidade razoável, um preço que cabia no nosso orçamento e a data de saída de Luxor era exatamente a que precisávamos. Gostamos, o navio não decepcionou em nada (aliás, a surpresa boa foi que a comida foi bem melhor do que esperávamos). O guia era um estudante do Cairo que fazia este trabalho nos meses de férias. É claro que ele nos levou a lojinhas de papiros e de alabastro que não estavam propriamente no programa, mas que renderia a ele algumas comissões. Tudo bem, faz parte.
Quando ir, o que levar, etc.

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Guarda das pirâmides de Gizé

Fomos em janeiro porque é o período que tiramos férias e estaríamos na Inglaterra para o Natal. A temperatura estava super agradável, fazia até um friozinho de manhã. Acho que não passou dos 30 graus em nenhum dia. Parece que até março ou abril o calor ainda é suportável, mas nos meses do verão (deles) deve ser difícil encarar os passeios sob o sol de 40 – 45 graus. Sempre que voltávamos para o barco, nos ofereciam toalhas úmidas para passar no rosto e um suco de limão quente, que – dizem – é bom para matar a sede até que seu organismo volte à temperatura normal.
O que não pode faltar na mala: sapato (fechado) confortável. Os templos são todos na areia (afinal, estamos no deserto), então seus pés ficam bem sujinhos se estiver de sandália. Outro item importante: um xale (pode ser comprado lá, uma das muitas coisas que te oferecem são xales lindos), pois mesmo no verão os lugares com ar condicionado são frios. E não se esqueça de um chapéu com abas.
Também é bom ter sempre em mãos notas de valor pequeno para dar de gorjeta: o famoso baksheesh que todo mundo vai te pedir. E um livrinho básico relacionado à história do Egito ou às descobertas dos arqueólogos, ou mesmo Agatha Christie (Morte no Nilo) também vai muito bem!
Próximos capítulos
Muitas fotos e relatos mais detalhado sobre os lugares que visitamos. Até!

Sunny Sunday in INHOTIMUm domingo em INHOTIM


Have you ever heard so much about a place that you think it must be overrated? You’re sure you’re going to be disappointed when you finally see it. That was my feeling about Inhotim, an open-air contemporary art museum 60 km from our home in Belo Horizonte. Last Sunday we eventually managed to go there and I have to say that Inhotim is everything I heard about and more! We loved it.
When we got there, the place was very crowded, because we chose to go on a long weekend right after the opening of new exhibitions.  Later I read that on that day, Oct 11th, they had more than 4000 visitors, a record since the opening in 2006. So we stood in line for half an hour or so but we had decided to spend the day there.
The place:
Installations, sculptures and paintings by contemporary artists from the 1960s onwards are part of the permanent collection. Some are outdoors while others are housed in 16 pavilions scattered around the park. According to the museum’s website, there are 600 hectares of Natural Reserve, 45 hectares of gardens with botanical collections and 5 lakes. Nature in its exuberance, as you can see in the pictures below.



For us Brazilians, some names stand out like that of landscape designer Burle Marx, inspiration for the amazing gardens, and modernist artists such as Helio Oiticica, Amilcar de Castro and movie-maker Neville D’Almeida. I was also surprised to see an installation by Olafur Eliasson, whose work I’d seen in the Turbine hall at Tate Modern back in 2004. And Steve was very impressed with a sound installation by Janet Cardiff with music recorded at Salisbury Cathedral.

I want that bench!

This is a place we are definitely going back, especially with our dear guests from out of state or overseas.
Centro de Arte Contemporânea de Inhotim
Opening hours:
Thursdays and Fridays: 9:30 – 4:30 pm
Saturdays, Sundays and National Holidays: 9:30 – 5:30 pm
Admission for adults: R$15.00
Click here to see how to get there.

Tate Modern: não dá para não ir

Festa abertura – Tate Modern
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5 razões por que eu adoro :
1. A sala da turbina impressiona com qualquer instalação
2. A coleção permanente inclui obras dos principais pintores ocidentais do século XX
3. É grátis
4. O bar/restaurante localizado no sétimo andar oferece uma vista maravilhosa do rio Tâmisa e da Catedral St.Paul
5. O Steve participou do projeto de iluminação do prédio na festa de abertura da galeria em 2000

Dica de passeio:
No píer em frente à Tate Modern (Bankside pier), pegue este charmoso barco Tate-to-Tate – cujas bolinhas foram idealizadas pelo artista inglês Damien Hirst – e vá até a galeria Tate Britain apreciando os cartões postais de Londres a partir de uma nova perspectiva. O barco é super confortável e tem uma lanchonete.
O serviço interligando as duas galerias funciona das 10:00 às 17:00 horas, em intervalos de 40 minutos, e o trajeto é percorrido em 20 minutos. O bilhete pode ser adquirido na bilheteria da galeria ou no próprio barco por ₤5,00 (com travelcard ₤3,35).

Da Tate Modern para a Tate Britain

Tate Modern:
Bankside, Londres
Aberta de domingo à quinta-feira de 10:00 às 18:00
Sexta-feira e sábado de 10:00 às 22:00
Para ver outras dicas de Londres, visite nosso novo blogue, Londres para Principiantes.
Estação de metrô mais próxima: Southwark

Chá das Cinco em Londres: chegue cedo!

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Para descansar da maratona turística em Londres por umas horas, e ao mesmo tempo desfrutar de uma tradição local, nada como tomar um chá da tarde com os devidos acompanhamentos: sanduíches de cream cheese e pepino, delicados docinhos e os famosos scones(espécie de pão doce) acompanhados com geleia e creme.
É claro que a grande maioria dos ingleses não têm mais tempo para parar de trabalhar às cinco horas e degustar essas delícias, mas a tradição é mantida em vários restaurantes de Londres.  Hotéis como o Ritz ou o Brown’s servem o chá das cinco com toda a pompa. É preciso reservar com antecedência e o preço gira em torno de ₤40 libras por pessoa. Outro lugar requintado que oferece um excelente chá das cinco é o restaurante St. James’s da Fortnum & Mason, loja de departamentos próxima a Picadilly Circus.
Para quem prefere algo mais informal e menos caro, há também opções. O National Cafe, dentro National Gallery, oferece um chá completo por ₤16,50. Outra opção bem bacana nesta faixa de preço, testada e aprovada por mim, é a Orangery, um salão de chá que fica nos jardins do Kensington Palace. Mas fique atento porque, na Orangery, o chá é servido das 15:00 às 18:00 no verão e das 14:30 às 17:00 no inverno, portanto não espere dar 5 horas para chegar. O lugar, que era uma estufa para as árvores cítricas da rainha Anne, é lindo e vale o passeio mesmo para quem não gosta de chá. Não é preciso fazer reservas nem comprar o ingresso para a entrada no Palácio de Kensington.
Foto: divulgação Orangery
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Vai de táxi em Londres?


Há dois tipos de táxi em Londres: os tradicionais black cabs (foto) e os minicabs que são, na verdade, carros normais com motorista que têm licença para transportar passageiros.
Os táxis tradicionais são os únicos que podem pegar passageiros na rua. Já os minicabs devem ser requisitados por telefone. Normalmente, os hotéis fornecem uma lista com telefones de empresas confiáveis de minicab. Eles não têm taxímetro, o preço da corrida é informado ou combinado previamente. É importante verificar a licença quando for usar o serviço de minicab, e recomenda-se não pegarminicabs na rua, somente os que forem contratados por telefone, de empresas confiáveis.
Quanto custa uma corrida de táxi em Londres?
Para saber quanto vai custar sua corrida em um táxi tradicional, vá a este site e informe o lugar de partida (from) e o de chegada (to) e clique em Let’s go!. Se quiser, informe também a hora aproximada (when?), pois à noite a tarifa é maior:

Você vai saber a tarifa em dia útil e em final de semana (weekend). Aparecerá também um mapa com o itinerário. Meus informantes que já utilizaram o serviço garantem que a informação é bem precisa
A respeito dos black cabbies em Londres:

  • É comum dar uma gorjeta ao motorista, em torno de ₤1 libra, ou arredondando para o valor inteiro.
  • Há um acréscimo de ₤2,00 se o táxi for pedido por telefone.
  • Os táxis acomodam até 5 passageiros sem que seja cobrada taxa extra. Sendo assim, pode ser uma opção econômica de transporte para quem está viajando em grupo.

Foto: www.wikitravel.com
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Queijo bom não é só a França que tem!

As pessoas se admiram quando o Steve diz que sente falta dos queijos da Inglaterra. Como assim, tem queijo bom na Inglaterra?

Claro que tem! Vou falar de dois tipos de queijo inglês, que acredito serem os mais conhecidos:
Cheddar, sem dúvida é o queijo mais popular e o mais consumido na Inglaterra. O nome Cheddar refere-se ao local onde o queijo era originalmente estocado: as cavernas de Cheddar em Sommerset.  Hoje em dia, é um queijo produzido mundialmente, e até o McDonalds tem sua versão – mas que nem de longe se assemelha ao Cheddar inglês.  E olha que nunca experimentei um com a denominação West Country Farmhouse Cheddar , que é reservada aos queijos artesanais,  produzidos no West Country, aquela ponta sudoeste da Inglaterra.
O Cheddar é um queijo forte, com gosto pungente, tem textura firme mas que se desmancha na boca. Normalmente é amarelo claro, mas alguns são tingidos em tons mais fortes. É vendido com diferentes períodos de maturação, desde o mild (queijo mais jovem) até o extra mature (mais de um ano de maturação). Normalmente, quanto mais maduro, mais forte é o queijo.  Se você nunca experimentou, não sabe o que está perdendo…
O Stilton é um queijo azul, com aquela textura cremosa como a do Roquefort ou Gorgonzolla. É um queijo feito de leite integral que passa por um processo de maturação de 4 a 6 meses. Como o melhor Stilton é produzido com o leite do verão, ele chega às lojas a partir de setembro e é vendido até o Natal. Aliás, não falta um Stilton no Natal de uma família inglesa. É um queijo para ser servido depois do jantar, normalmente acompanhado de um bom vinho do porto.
Sendo marca registrada (PDO – Designação de origem protegida), o verdadeiro Stilton só pode ser fabricado no centro da Inglaterra, em Derbyshire, Nottinghamshire and Leicestershire.
Onde comprar:
Qualquer supermercado vende bons queijos. Mas é muito mais interessante conhecer uma loja especializada na venda de queijo (Cheesemonger’s). A Neal’s Yard Dairy tem duas lojas no centro, de fácil acesso para o turista: uma no Borough Market e uma em Covent Garden. Os queijos ficam expostos em prateleiras de madeira, e é possível experimentar os diferentes tipos. Os atendentes estão preparados para responder às dúvidas e aconselhar quanto ao melhor produto para a ocasião. Endereços:
17 Shorts Gardens  –  WC2 – Covent Garden
6 Park Street  – SE1  – Borough Market
Para quem prefere um pouco mais de tradição, a Paxton and Whitfield comercializa queijos desde 1797, com loja no mesmo local há mais de cem anos. Endereço:
93 Jermyn Street  – SW1
Metrô – Piccadilly Circus
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Primrose Hill – um parque com vista para Londres

O que o filósofo político Engels, o chef-celebridade Jamie Oliver, a modelo Kate Moss e a poetisa Sylvia Plath têm em comum? Bem, segundo consta, todos  moraram em Primrose Hill.

Urban village

Primrose Hill é um bairro localizado no norte de Londres, a menos de 3 km do centro da cidade. Parte do distrito de Camden, é considerado uma “village” urbana, ou seja, uma charmosa área residencial com ar de interior. Em Londres, há várias villages, mas Primrose Hill se destaca e é ainda hoje endereço de várias pessoas ligadas às artes e à mídia.
Como fica em um ponto alto da cidade, é possível avistar todos os cartões postais de Londres a partir do parque de Primrose Hill, sem ter de pagar por isso.
A melhor maneira de chegar até lá é fazer uma caminhada muito agradável pelo Regent’s Canal e depois pelas ruas do bairro, até o parque. Pegue a linha Northern (preta) do metrô e desça na estação de Camdem Town. De lá, suba a avenida (Camden High Street) e vire à esquerda no Canal. Caminhe acompanhando o canal até chegar a um viaduto, com saída para Primrose Hill. Ao subir as escadas, você estará na Avenida Gloucester, já no bairro.
Siga o mapa abaixo ou simplesmente passeie pelas ruas até chegar à área verde. Na Regent’s Park Road, há várias lojas, cafés e restaurantes. Se o tempo estiver bom, compre um sanduíche e faça um picnic no parque apreciando as pessoas e a linda vista.
Para voltar, pegue o metrô na estação Chalk Farm (linha Northern), a 5 minutos do parque.
Veja outras dicas de Londres no nosso blogue Londres para Principiantes.
Mapa de Primrose Hill

Como ir de Heathrow ao centro de Londres


O aeroporto de Heathrow (LHR) é um dos mais movimentados do mundo e é lá que os voos diretos do Brasil aterrizam. O voo da TAM chega no Terminal 4 e o da British Airways no novo Terminal 5, inaugurado em 2008.
O aeroporto está a cerca de 30 km do centro de Londres e oferece ao viajante várias opções de transporte para o centro da capital. As principais opções são:
1 Trem Heathrow Express: a forma mais rápida para chegar ao centro. Em 15 minutos, é percorrido o trajeto do aeroporto até a estação Paddington, no centro de Londres, sem escalas.  Há duas estações no aeroporto: uma no Terminal 5 e outra que serve os Terminais 1-3 (Heathrow Central). Chegando no Terminal 4, é preciso trocar de trem, mas isso é feito de forma rápida e não é cobrado nada extra.
O preço da passagem é ₤16,50 (₤32,00 para ida e volta) se comprada na máquina no próprio aeroporto, ou ₤19,50 se comprada dentro do trem. O jeito mais fácil de adquirir a passagem, no entanto, é online, antes de sair de casa no Brasil. Basta imprimir o bilhete eletrônico com código de barras para apresentar ao cobrador quando pedido. Ao chegar na estação, é só esperar pelo trem e embarcar.
Para encontrar o local de embarque, siga as placas:

O Heathrow Express funciona das 5:00 às 24:00, com um trem a cada 15 minutos, mais ou menos. Veja os horários aqui.
Chegando à estação de Paddington, pegue um táxi ou metrô para seu destino.
2 Metrô: Em qualquer dos terminais de Heathrow, há estação de metrô. A linha azul escura (Piccadilly) conecta o aeroporto ao centro de Londres e ao restante do sistema de metrô da cidade.   É bem mais barato que o Heathrow Express, mas demora bem mais (aproximadamente 1 hora até Piccadily Circus). Como a viagem começa em Heathrow, é tranquilo achar lugar para sentar e acomodar as malas não fica tão difícil.
O horário de funcionamento do metrô é semelhante ao do trem, porém as saídas são mais frequentes. Além de ser mais barato que o trem, a vantagem do metrô é que,  dependendo do destino final do passageiro no centro de Londres, é possível descer já na estação mais próxima, caso seja uma das muitas estações da linha Piccadily.
Uma passagem única (single) para o centro de Londres (Zona 1) custa ₤4,00 e pode ser adquirida na estação do aeroporto.
3 – Trem Heathrow Connect – é um trem parador, mais lento (25-30 minutos) e mais barato (₤7,90) que o Heathrow Express. O destino final também é a estação de Paddington, no centro de Londres. Para quem vai para o oeste de Londres, e tem como destino final uma destas estações, é uma boa opção:

4 Ônibus especial – a National Express faz a ligação entre o terminal rodoviário do aeroporto e a estação de ônibus de Victoria, por ₤4,00. A viagem leva de 40 minutos a 1,5 hora dependendo do trajeto e do trânsito. Os serviços a partir de Heathrow iniciam-se às 5:30 e se estendem até às 21:30. É uma boa opção para quem vai para outras cidades da Inglaterra, ou para os outros aeroportos (há conexões para Gatwick, Stanstead e Lutton). Mais detalhes aqui.
5 Táxi – como em todo aeroporto, há filas de táxi na saída do terminal. O táxi tradicional (black cab) é o mais caro, e uma viagem até o centro da cidade custa pelo menos ₤60,00, e pode demorar bem mais de uma hora, dependendo do trânsito.
6 Ônibus noturno – Entre meia-noite e 5:30, a única opção de transporte público (além do táxi) é o ônibus noturno N9, que tem como destino final a Trafalgar Square, no centro de Londres. A viagem dura aproximadamente 1 hora, e custa ₤1,50.
Welcome to London!
Mais dicas de Londres no nosso blogue Londres para Principiantes.
Fotos: http://www.heathrowairport.com

Mercados de Londres: Portobello Road

Vai estar em Londres em um sábado?

Uma boa pedida é visitar o mercado de Portobello Road, em Notting Hill, um dos muitos mercados de rua de Londres. Se você não gosta de multidão, chegue cedo, porque a partir de 10:30 hordas de turistas e locais começam a aparecer e o lugar fica apinhado de gente. Mas não desanime, é o mercado mais simpático da cidade.

Portobello Road em um dia de verão

São, na verdade, três em um: no início da rua vendem-se antiguidades, no meio comida e no final roupas e outros artigos de segunda mão. Saindo da estação de metrô Notting Hill Gate, vire à direita e siga o fluxo: todo mundo está indo para o mesmo lugar! Os primeiros quarteirões da Portobello Road são tomados por aquelas filas de casas geminadas, algumas coloridas, a cara de Notting Hill.

A partir do cruzamento com a Chepstow Villas, começa a parte mais interessante do mercado, a feira de antiguidades. Os colecionadores se dirigem para as lojas, mas quem só quer mesmo bisbilhotar e fotografar, passeia pelas barraquinhas. Se você estiver procurando aquelas colheres que estão faltando no faqueiro que herdou da sua avó, lá é o lugar para encontrar. Gravuras antigas de Londres, botões dos anos sessenta, broches e anéis, uma máquina de escrever, bules e xícaras de chá, placas de latão, bolas de futebol de couro, equipamento para jogar críquete, carimbos de madeira, livros antigos, selos e moedas, estão entre os artigos – chamados de bric-à-brac-, vendidos em Portobello Road.

Continuando a descer a rua, você verá barracas de alimentos, com frutas e verduras e também pães, doces, conservas, e comida pronta. Ao contrário da feira de antiguidades, essa parte funciona de segunda a sábado e atende os moradores locais. Mais a frente, já quase debaixo do viaduto (Westway), é o setor de roupas, bijuterias, e bugigangas em geral. Além das roupas de segunda mão, é aí que alguns designers da nova geração vendem suas coleções. É neste ponto que termina a feira.

Feira em Portobello Road

Chegar até o final do mercado pode cansar. Mas não é preciso caminhar de volta para a estação de Notting Hill Gate. Pegue o metrô na estação Ladbroke Grove, que fica ali perto.
Nós compramos uma bola de críquete, um porta torradas  e uma placa para porta, com o aviso “beware of the cats”. E você?
Portobello Road Market
Sábados de 8:00 às 16:00 (o horário oficial é de 5:30 às 18:30)
Metrô:   Notting Hill Gate (Linhas Central, Circle e District)
Ladbroke Grove (Linha Hammersmith & City)
Para obter mais dicas de Londres, visite nosso blogue Londres para Principiantes.
Fotos: Francesc Esteve

The Hoxton – um hotel bacana em Londres

The Hoxton
The Hoxton

Algumas pessoas nos pedem indicação de hotéis em Londres com uma boa relação custo-benefício.  O The Hoxton é um que eu sempre indico. É um hotel novo (foi inaugurado em 2006), com design moderno, e tudo que a gente gosta: wi-fi grátis, um chuveiro possante, cama super confortável e espaço no quarto para esparramar as malas, que são sempre maiores do que gostaríamos.
O hotel está localizado em Shoreditch, próximo a City, o centro financeiro da cidade, na área leste de Londres. É uma área que passou por um processo de revitalização, e hoje não tem nada do astral barra pesada que a região tinha uns anos atrás. Na verdade, Shoreditch é cheia de bares e galerias de arte descoladas. O próprio bar/restaurante do hotel  nem parece bar de hotel de tão animado e cheio de gente bonita. Aberto desde cedo, serve desde café-da-manhã até grelhados e tira-gostos por um preço justo.
As diárias do hotel variam conforme a procura. Segundo o site do hotel, vão de ₤59 a ₤199 libras,

O lobby do hotel
O lobby do hotel

dependendo da data em que você se hospedar. Nos finais de semana é sempre mais barato, pois é justamente quando a City fica deserta. Mas não se engane, as pessoas aparecem à noite. No site do hotel, você pode conhecer também umas mega promoções que eles às vezes fazem, com preços a partir de ₤1 (uma) libra. Mas essa é difícil de conseguir!

A diária inclui um café-da-manhã digamos assim bem saudável: um iogurte, uma banana e uma garrafinha de suco de laranja. Mas se você quiser experimentar um autêntico Full English Breakfast, peça no bar do hotel por ₤10. Ou ainda, para outras opções, vá andando ao café Pret-a-Manger .

O the Hoxton fica a dois quarteirões da estação de Old Street, na Northern Line.  Se estiver vindo de Heathrow com malas, é aconselhável pegar o Heathrow Express até Paddington e de lá um táxi para a Great Eastern Street, onde o hotel está situado.
E quando voltar, escreva pra gente dizendo o que achou.
The Hoxton Hotel.
81 Great Eastern Street, London, EC2A 3HU
info@hoxtonhotels.com
Fotos: divulgação
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